terça-feira, 31 de maio de 2011

Tirando algumas dúvidas sobre licença-maternidade


Será que a licença-maternidade é um direito de todas as mulheres? Por quanto tempo a mãe pode receber a licença? Quando devo entrar com pedido de auxílio doença caso exista algum risco médico durante a gestação?

Essas e outras são dúvidas comuns que as pessoas têm em relação aos trâmites legais que envolvem a licença-maternidade. Pra começar, a licença-maternidade é um direito da mulher trabalhadora, conquistado ainda na Era Vargas por meio da Consolidação das Leis Trabalhistas- CLT, em 1943. Como podemos perceber, essa legislação beneficiou as mulheres situadas no mercado formal de trabalho.


Atualmente, existe a possibilidade desse benefício se ampliar a mulheres que atuam na esfera da informalidade, como microempresárias, diaristas e prestadoras de serviço, estas podem optar por se tornar contribuintes individuais da Previdência Social, pagando uma parcela fixa por mês, o que garante essa proteção social.

Caso se trate de trabalhadora formal, a empresa deve arcar com todas as providências para propiciar o acesso à licença maternidade. Quando se tratar de trabalhadora doméstica, ou contribuinte individual esta deverá ligar para 135 e agendar junto à previdência o requerimento. Caso a data marcada incida com o período de internação devido ao parto, o companheiro poderá realizar o pedido, desde que tenha uma procuração emitida pela mulher o autorizando para esse fim.

Existem empresas que não aceitam ou agem com descontentamento quando são apresentados atestados médicos em situação de gravidez com complicações, saiba que é seu direito apresentar atestados de até 15 dias, caso esse prazo exceda, deverá ligar para 135 e agendar perícia para auxílio-doença (Lembre-se, caso esteja com menos de 36 semanas de gestação poderá gozar desse benefício, depois desse prazo, provavelmente, será encaminhada para licença-maternidade).

Ah, algumas mulheres também ficam em dúvida em relação ao período que poderão gozar de licença-maternidade. Para as servidoras públicas (tanto distritais quanto federais) o prazo é de 6 meses. Há também algumas empresas que participam do programa Empresa Cidadã, que concedem esse mesmo prazo para suas trabalhadoras. Infelizmente, como ainda não houve uma reformulação na CLT, as demais empresas permanecem com o prazo de 4 meses, ou seja, 120 dias.

É isso aí pessoal, espero ter ajudado....

Em pensar que há países em que o período de licença-maternidade é de 2 anos, nós, mulheres brasileiras precisamos nos mobilizar mais para alcançarmos mais tempo para passar com os nossos futuros bebês!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dançar com a Mamãe


Eu já tinha visto uma matéria falando dessa terapia no Japão, mas não achei nada aqui em Brasília. Essa matéria é do ano passado, da Folha de S. Paulo, mas acho bem legal a iniciativa que promete, além de ajudar as mamães a corrigir a postura, diminuir as cólicas do bebê.

Será?!

Digo mais: Tá na cara que é uma atividade física prazerosa e sem um esforço exagerado.
 


Beijos


Babies


Essa fofura tem que vir passar na TV da minha casa logo!

Grandes Pequeninos



Tem um projeto que alguns devem conhecer e que acho sensacional. Se chama Grandes Pequeninos. Tudo começou com o nascimento de Isabela, filha de Jair Oliveira com a atriz Tania Khalill, que motivou a criação do livro-CD e se transformou num musical. O musical, eu ainda não vi. E se Deus quiser, algum dia ele vem a Brasília para a nossa alegria, né ?!


Mas o cd, nós: eu, João e Gael ouvimos bastante e basicamente, a música Passeia, Passei com o Papai virou o hino de todas as nossas saídas de carro. Posso contar as vezes, raras, que entramos no carro e o Gael não pediu:


- Pai, passeia.


Foi muito legal como eu descobri que ele gostava do cd. Eu sempre gostei muito e morria de chorar ouvindo a música da amamentação que é com a Tania. Eu acho lindo que as músicas são realmente criada por pais reais, sabe. E eu via que tinha amor naquilo ali. Algumas mostravam como eu me sentia perdida, em alguns momentos, com o meu filho recém-nascido e outras como essa da amamentação, mostrava como aquele momento era tão especial pra mim e esperado. Claro, não foram criadas para a dona Gabi aqui, mas eu acredito em uma coisa. Classifico muito do que ouço pelas sensações e ouvir o cd da Tania e do Jair me trazia só sensações e lembranças muito boas.


Enfim, o João é um cara que viaja muito a trabalho e várias vezes o Gael demonstra o tanto que sente saudades do pai. Um dia, ele ficou chamando o João sem parar em casa e eu tentando explicar a ele que o pai tava viajando e tals. Daí, eu disse:


-Vamos passear com a mamãe?! Passeia, passeia com a mamãe... 


Na tentativa de enganá-lo, ele começou a chorar e disse:


-Não, mãe. É com o papai.

E meio que do jeito dele começou a contar os trechos da música dizendo os lugares que ia com o pai.


Desde esse dia, ele nunca mais parou de cantar e essa, como eu disse, se tornou o hino oficial das saídas da nossa família.

Ilustração do site do Projeto



Diante disso, eu faço essa SUPER recomendação. Não só por gostarmos muito aqui em casa. Também por isso, mas por simplesmente ser um material de qualidade, lindo e profundamente verdadeiro.

Essa é a sinopse do cd: Como é viver dentro da barriga? Quais sensações o bebê tem durante os nove meses em que fica tão bem acolhido? Com muito humor e criatividade, o livro-CD Grandes Pequeninos conta a história da bebê Isabela – filha do músico Jair Oliveira e da atriz Tania Khalill. Com o nascimento da filha, Jair e Tania decidiram criar um projeto para celebrar esse momento tão especial na vida de um casal. Jair fez todas as músicas do CD e convidou seus amigos para participar deste momento – Luciana Mello, Max de Castro, Seu Jorge, Simoninha, Vanessa Jackson, Pedro Camargo Mariano, entre outros. A idéia virou livro, escrito pela autora Mariana Caltabiano e ilustrado por Eduardo Jardim.


Nesse link AQUI  você pode ver um vídeo do Jair falando um pouquinho dessa experiência.


E esse é o site interativo do projeto e onde você também pode comprar o cd e ouvir uns trechinhos das músicas fofas.
  


Boa segunda, pessoas.
Beijos

domingo, 29 de maio de 2011





"A força da maternidade é maior que as leis da natureza." 

Barbara Kingsolver

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Fim de Semana: Vá brincar


Sexta-feira é dia de idéias para o final de semana aqui no blog. Como na semana passada dei a minha receita de CupCake de dica, vamos sair de casa, nesse sábado ou domingo, nem que seja pro quintal, área de lazer, o que for para brincar com as crianças. Nada de acumular energia demais. Pode engordar e isso ninguém quer!rs



Passeia, Passeia


Foto: Flickr Lu Monte

O CCBB daqui de Brasília reformulou e reinaugurada há três meses, a exposição permanente CASULO, com peças do artista Darlan Rosa, conhecido internacionalmente.  O legal dessa exposição é que, como ela é destinada a interação, encanta adultos e crianças. Ou seja, se você levar seu filho, você e ele vão se divertir. São 4 peças gigantes feitas com decks de madeira reciclada e piso feito com pneus  para serem tocadas e descobertas, enfeitando os jardins do CCBB.

Casulo
Horário: Terça a Domingo,  das 9h às 21h
Local: Jardim do CCBB | SCES, Trecho 2, lote 22
Classificação Indicativa: Livre
Entrada franca



Bora ficar em casa mesmo



Já quem achou melhor ficar em casa e está sem criatividade para brincadeiras. Essa brincadeira se chama O Mundo das Bexigas e foi tirada de um livro bem legal que tenho chamado “150 jogos para o desenvolvimento infantil”. É indicada para bebês de 24 a 36 meses.

Se o seu filho já sabe o que é soprar, vamos a brincadeira:

  1.        Pegamos uma bexiga(balão), enchemos e damos o nó para que o ar não saia.

    2.  A criança deve ficar em uma mesa, não muito grande, de preferência retangular e você vai ficar na outra ponta. Contrária a que ele está.

    3.  Coloca-se o balão no centro da mesa e depois de um sinal combinado, começamos a soprá-lo, tentando empurrar para o outro lado da mesa. O objetivo e empurra o balão para a ponta contrária mesmo.

Mesmo que você prefira brincar no chão com o balão, faça uma linha de partida, como se fosse uma corrida de balão no chão. Se colocar obstáculos no chão, a brincadeira pode ficar ainda mais legal.

Isso vai ajudar o seu filho a : 

Melhorar o controle da boca e da respiração
Ensiná-lo a coordenar a respiração enquanto se movimento
Exercitar a percepção visual
Ensinará a antecipar situações e lidar com os imprevistos




Não, vamos lá pra fora hoje



Essa brincadeira é para os bebês mais novinhos de 12 a 24 meses e se chama Pulinho.

 1. Vá para fora de casa e ache um lugar onde seu filho possa subir com a sua ajuda ou sozinho. Nada muito alto. Comece aos poucos a brincadeira, com uma altura pequena do chão.

2. Nos colocamos agachados diante do bebê e seguramos em ambas as mãos dele com força para que se sinta seguro. Conte até três e peça ao bebê que pule. A medida que ele for ficando mais seguro, vai caindo aos nossos pés mais direitinho.

3. Com certeza, ele vai gostar da brincadeira e essa será uma boa oportunidade de fazer isso com ele, várias vezes, até que ele se canse. (Se um dia ele se cansar.rs)
 
 
Isso vai ajudar o seu filho a: 

Melhorar o controle psicomotor
Descobrir suas capacidades e limitações
Ensiná-lo a manter o equilíbrio
Perceber distâncias
Aumentar o dinamismo


É isso!
Beijos

Pra que serve o Teste do Pezinho?




Outro dia, estava na Agência fazendo uma matéria sobre Hipotireoidismo em mulheres, quando o entrevistado que é endocrinologista de um importante hospital nacional me soltou a seguinte informação:

“ Com relação a nascer com hipotireodismo é o chamado quadro do cretinismo e é por essa razão que fazemos o teste do pezinho nas nossas crianças. Em cada quatro mil nascimentos, uma criança vai nascer com alguma deficiência do hormônio tireodiano. Lembrando que o hiportireodismo congênito é a causa de retardo mental e retardo de desenvolvimento e que isso é facilmente sinalizado pelo teste do pezinho”.

Ok. Todo mundo já sabia para o que servia o teste do pezinho, menos eu?! Bom, não é que eu não sabia. O negócio é que eu sabia que era para detectar alguns problemas futuros, mas não sabia quais eram, especificamente. 

Diante disso, resolvi dar uma olhada com mais profundidade no assunto. 

Segundo informações do Ministério da Saúde toda criança nascida em território nacional tem o direito à triagem neonatal (Teste do Pezinho) que tem como objetivo primordial detectar doenças que podem causar seqüelas graves ao desenvolvimento e crescimento. São elas: Hipotireoidismo Congênito, Fenilcetonúria, Hemoglobinopatias e Fibrose Cística.

O Hipotireoidismo congênito é um mal hereditário que se desenvolve devido a uma deficiência na produção de um hormônio chamado de T4 da tireóide. E causa aqueles problemas que o médico disse aqui em cima. E isso tem cura? Como é o tratamento?

O tratamento da doença tem como base a reposição do hormônio tireoidiano T4, em doses personalizadas, já que cada criança tem necessidades individuais. Esse ajuste de dose deve ser supervisionado por um endocrinologista.

Dica importante: O Teste do Pezinho é apenas um teste de triagem. Um resultado alterado não implica em diagnóstico definitivo de qualquer uma das doenças, necessitando, de exames confirmatórios, segundo o Ministério da Saúde.

Outra coisa super importante é que o teste deve ser feito em um período que não é inferior a 48 horas de alimentação protéica (amamentação) e nunca superior a 30 dias. O ideal é entre o 3º e o 7º dia de vida. As mães devem ser orientadas sobre a importância do teste do pezinho e procurar um posto de coleta ou um laboratório indicado pelo pediatra dentro desse prazo.

Fica a dia, meninas! Façam o teste nos seus bebês.

É muito importante. Lembro bem que quem levou o Gael pra fazer foi a minha sogra. Eu senti que “meio ia sofrer muito” com ele chorando no exame. rs

É isso. Espero ter ajudado!

Beijos

PS: As minhas palavras e explicações são baseadas no que eu li na internet. Não em qualquer lugar,meu povo. Foi no portal do Ministério da Saúde,ok?! Eu, particularmente, até o considero uma fonte confiável.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

E quando negar a maternidade é a única opção?!




O que você acharia se uma mãe de um bebê recém-nascido chegasse a você e dissesse: “Eu quero dar minha filha para a adoção”. Muita gente pode achar que se trata de uma pessoa sem juízo, irresponsável e até um monstro.  
 
Na minha área profissional, lidamos com estas questões rotineiramente, e posso relatar pela experiência que tive que pessoas em perfeito juízo podem tomar essa decisão.

Para manter o sigilo, vou me referir à pessoa que atendi como Maria. 

Maria chegou à minha sala e informou sobre seu interesse em entregar sua criança para adoção. Ela falava com olhos marejados e com semblante entristecido, repetindo por diversas vezes que acreditava que sua filha merecia viver num ambiente melhor do que ela podia oferecer.

Maria, como muitas outras mulheres, foi abandonada pelo companheiro assim que soube que estava grávida. Ele partiu sem deixar rastros e ela ficou com um filho de outro relacionamento, de 11 anos de idade e desempregada. 

Quem sustenta Maria e seu filho é seu  pai, de 60 anos de idade e que também cuidava da mãe, de 80 anos. Pela conversa,  percebi que o bebê rejeitado pelo avô seria apenas mais uma “boca para alimentar” e quem poderia julgar essa posição, diante das restrições financeiras que a família.

Maria foi informada que precisaria deixar sua criança no hospital para prestar informações à Vara de Infância e Juventude, lembro-me de vê-la abraçando seu bebê e amamentando até a hora marcada. 

No local, fomos atendidas pela assistente social e por um defensor público. Ela teve o direito de solicitar anonimato do processo e foi informada que poderia voltar atrás com a decisão até o dia da audiência, seu bebê seguiria para um abrigo, onde passaria a receber a visita dos possíveis futuros pais que poderiam ter configurações diversas (solteiros, casais héteros ou homossexuais), mas haviam passado por toda uma averiguação em relação às condições necessárias para o recebimento de uma criança.

Muitas mulheres passam por situações parecidas, e, por timidez, ou por medo da reação social, deixam de procurar o setor de Serviço Social da unidade hospitalar e acabam abandonando os filhos em locais menos apropriados.

Lembrando  que abandono de incapaz é crime, passível de punição, mas dar a criança em adoção é um direito da mãe, e poderá ser realizado caso sejam esgotadas as possibilidades de criação no núcleo familiar.

Para mim, essa foi uma experiência muito difícil, pois não sou de ferro e fiquei muito sensibilizada em relação a tudo isso, mas sei que não consegui, nem por um segundo, imaginar o que essa mãe sentiu ao deixar sua filha naquele hospital.

Pri.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Você está preparada para ser mãe?!

Crianças de hoje ditam mais regras em casa, diz pesquisa



Essa é uma das conclusões de estudo realizado com mais de 1.400 famílias brasileiras

Fonte: Crescer

Se você tem a sensação de que há muita diferença entre a infância dos seus filhos e aquela que você viveu, tem razão. Pelo menos é o que mostra o estudo “Crianças de Ontem, Pais de Hoje”, realizado pelo canal de assinatura Discovery Kids. Por meio de formulário online aplicado em 1.450 famílias do Sul e Sudeste, de pais com filhos de até 10 anos, foi possível concluir que hoje, por exemplo, as crianças passam mais tempo em casa e não saem sozinhas, principalmente por conta do medo dos pais da violência.

Outro dado que era de se esperar: enquanto 89% dos adultos afirmaram que brincavam na rua, esse número atualmente é de 14%. A geração passada (95% dos entrevistados tinham entre 25 e 49 anos) andava mais a pé e desacompanhada: 77% contra os 8% das crianças de hoje. Dormir fora de casa também diminuiu 25%. Esses números podem ser explicados pelo fato de que 80% dos pais garantiram que preferem restringir a liberdade a expor as crianças à violência.

O resultado é que tanto as atividades extracurriculares aumentaram 20% entre uma geração e outra quanto a autonomia das crianças em casa também. A televisão ainda é a principal fonte de entretenimento nesse espaço e 64% dos pais afirmaram que as próprias crianças decidem o que vão ver na TV por assinatura. Na hora das compras, os filhos também escolhem: 83% dos pais os levam consigo e cedem aos seus principais desejos (brinquedos, biscoitos e guloseimas).

Mas nem todos os dados da pesquisa são pessimistas. Mesmo com a clara noção de que dão pouca liberdade para as crianças fora de casa, os adultos entrevistados garantiram que acham que são melhores para as crianças do que os seus pais foram para eles. Isso porque, entre outras coisas, acompanham a educação delas mais de perto (70% se julgam mais importantes do que a escola) e, por isso, se sentem mais presentes.

E você, também acha que os pais de hoje são melhores?

Desejo do dia: Praia




Com temperaturas tão baixas em Brasília, fugiria fácil para qualquer lugar com sol, mar e água de coco.

Beijos

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aprendendo Mandarim




Ã?! Pois é, é isso sim. Na semana passada falei um pouquinho do meu desejo de ensinar inglês para o Gael. Como o DVD daqui de casa teve um problema, tratei de descobrir em qual canal passava a Dora Aventureira para assistirmos. 

Sim, assistirmos. Eu procuro sempre sentar no sofá com o Gael pra ver o que ele anda vendo na TV. Sei que a rotina de mãe é super corrida e eu trabalho fora, não tenho empregada e logo, sou uma mulher bem normal no período da manhã. Arrumo a casa, faço almoço, dou banho no bebê, tento brincar com ele no quintal... ufa! É mega corrido.

Tenho ainda que dizer que o Gael nunca foi muito chegado a televisão e isso, às vezes, dificulta as coisas. Principalmente quando está frio, chovendo, quando ele está doente e não pode pegar sereno. 

Mas, às vezes, acho excelente também. Não gosto da ideia dele ficar viciado em TV.
  
Mesmo com essa super correria pela nas manhas, tento “fiscalizar” o que ele assiste. Não rola de colocar seu filho para assistir qualquer porcaria que passa na TV e, JURO,  passa muitas porcarias.

Bem, então nós estávamos ás 7h30 assistindo Dora e às 8h acabaria o desenho e eu já tava pensando no que passaria para ele. Daí, dei uma olhada na barra de programação e estava lá que o próximo desenho seria ni hao kai-lan. (Droga! Mais um daqueles desejos japoneses malucos de luta que eu detesto.)

Esperei terminar e depois desse viria Dora, mais uma vez.

Ni Hao Kai-lan



Então começa ni hao kai-lan. Um desenho fofo onde uma garotinha chinesa chamada Kai-lan ensina as crianças a falar mandarim. É no mesmo estilo de Dora, mas bem mais colorido como mesmo um desenho chinês. 

Assistimos até o final e o Gael adorou e eu, claro, também.

Diante da globalização e das expectativas mundiais em relação a China, não vejo problema em meu filho ir se familiarizando com o mandarim. Como adoraria ver outros desenhos em outras línguas. Acho que é bem legal para o desenvolvimento dele.

É isso, pessoas.

Beijos

sábado, 21 de maio de 2011

Novidades

O Gael inventou de dizer pra todos que "Não tem".


  Titia...
  Titio...
  Vovó...
- Vovô eu não tenho.
- Não tem o quê, Gael?!
- Uma irmã. Todo mundo tem uma irmã. Até a Dora. 

(Dora a aventureira, meu povo. O desenho)

Bom, a culpa disso tudo é da novidade número 1. Ela se chama Malu. A Malu é a irmã do Samuca que é amigo do Gael e filho da Lu. Agora no blog a gente vai poder acompanhar a vida da Malu, uma bebezinha fofa e sua rotina. Também os desafios da Lu com o  Samuca, seu filho de quase 3 anos, depois da chegada da Malu.  Todas as quinta-feiras.  A Lu é psicóloga e a nova colunista do nosso blog.

Olá, Malu e Lu.


A novidade número 2 se chama Priscila e ela é tia do Gael. Ela é assistente social e está começando a parar de tomar os remédios para tentar ficar gravidinha. A Priscila é  outra nova colunista do blog e vai estar conosco todas às quartas! Além de contar a sua rotina de trabalho com mães, falar sobre nossos direitos e dos nossos filhos e também vai nos levar nessa jornada de tentativas de engravidar, visitas médicas, 9 meses e então, um bebezinho lindo.

Tia Pri e o Gaelito


Estou bastante animada com as novidades e acredito que vai ser bem legal abordar todas essas diferentes fases por aqui. 

Beijos

Hoje é dia de sábado

Os sábados são sempre bons. Hoje, foi bem especial ainda. O dia já clariou comigo lendo o Blog Espaço Materna (Que tem o link ali do lado) e se a Flavinha me permite, compartilho com vocês o vídeo mais lindo desse sábado, com a letra mais fofa da manhã. Isso é bom dia!

“Coração não é tão simples quanto pensa, nele cabe o que não cabe na dispensa”




A Banda mais bonita da cidade e a Oração.

Beijos

sexta-feira, 20 de maio de 2011

CupCake de Chocolate



É hora de colocar a mão na massa! Trouxe  essa receita de CupCake que já fez até sucesso aqui em casa e que muitas amigas pediram. É uma receita muito simples e que eu gosto de fazer por ser bem rápida. Os cupcakes ficam bem molhadinhos e saborosos. Super recomendo. Além de agradar o bebê, ganho vários pontos com o maridão aqui também. rs

Cupcakes de Chocolate

Ingredientes:
3 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar refinado
1/3 da xícara de chocolate em pó
2 colheres de chá de bicarbonato  de sódio
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de café de sal
2 ovos
1 xícara de leite
1 xícara de água
1 xícara de óleo
1 colher de chá de essência de baunilha

Modo de Fazer:
1. Pré aqueça o forno médio a 180°
2. Coloque as formas de papel  de cupcakes  na forma.
3. Em uma tigela grande mistura a farinha, o açúcar, chocolate em pó,  bicarbonato, fermento e o sal.
4. Faça um buraco no meio e despeje os ovos, leite, água e a baunilha. Misture bem até a massa ficar homogênea.  (Talvez você estranhe um pouco a massa. Ela fica bem líquida mesmo. É bem mais molenga do que a de bolo normal.)
5.Despeje a massa nas formas. Encha só até a metade.
6. Coloque no forno pré aquecido por cerca de 15 a 20 minutos ou até você inserir um palito neles e ele sair limpo. ( Aqui em casa, eu faço no forno elétrico. Leva exatos 20 minutos.)
7. Pronto. Deixe esfriar. Bolo quente pode dar dor de barriga!rs


Recheio e Cobertura do CupCake
 
(Essa é a melhor cobertura de brigadeiro que já provei. Adoro!)
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
30 grs de chocolate em pó
1 colher de sopa de farinha de trigo
1 caixinha de creme de leite
1 colher de sopa rasa de manteiga (Manteiga não á margarina)


Modo de Fazer:
1.  Coloque na vasilha o leite condensado, a farinha, chocolate e a manteiga e misture bem.Por último coloque o creme de leite e mexa outra vez.
2. Leve ao microondas mexendo a cada 2 minutos até ele ficar firme, mas macio. Isso pode levar de 11 a 12 minutos.


Quer que eu desenhe?! 


Forma de CupCake




Forma de papel de cupcake. Não é de brigadeiro. É maior,viu?!



Esses que tão mais embaixo de todos, na mesa, são meus e da Karol (Tenha Santa Paciência)! Os de cima são da Garota Sacoleira!






É isso, pessoas! Na próxima sexta vou tentar o bolo de caneca da Lud.

Beijos
Ana Gabi Brega Braga

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Afeto previne obesidade infantil




FONTE: Crescer

Estudo norte-americano revela que crianças com uma relação segura com os pais têm menos risco de serem obesas 

Sabe aquele colo que você dá ao seu filho quando ele chora sentido porque ficou com medo de alguma coisa? Você pode nem imaginar o bem que está fazendo não só para o emocional dele, como também para a saúde física. Um estudo, publicado no Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, sugere que crianças que não têm um relacionamento seguro com seus pais – em especial com as mães, têm mais risco de se tornarem obesas. 

Os pesquisadores das Universidades de Ohio e Temple, dos Estados Unidos, avaliaram a interação de mais de 6 mil crianças, aos 2 anos e 4 anos e meio, com seus pais e concluíram que aquelas que interagiam mais com eles (como procurar por um abraço) e eram confortadas em situações estressantes tinham risco de obesidade em torno de 16,6% contra 23,1% daquelas que não tinham uma relação segura. 

Segundo Sarah Anderson, professora da Universidade de Ohio e principal autora do estudo, a obesidade pode ser também uma manifestação de desregulação de áreas do cérebro que controlam as respostas ao estresse. Essas mesmas áreas, segundo ela, controlam o ciclo de sono/vigília, fome e sede, e uma variedade de processos metabólicos, principalmente por meio da regulação de hormônios. 

Para Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo (SP), a primeira forma de a criança entrar em contato com o mundo é pela boca – seja para receber alimentação, para chorar ou o prazer em conhecer objetos. É por isso que esse comportamento, de encontrar prazer por meio da boca, se estende depois na vida adulta. Quantas vezes quando estamos inseguros, carentes, desamparados, não procuramos conforto em um pedaço de chocolate? “Quando a criança busca e recebe conforto por meio do abraço, da sua atenção, do aconchego, você está oferecendo a ela mais uma opção – além de comer, o que vai ser sempre forte – para lidar com aquele momento”, diz Rita. E esse aprendizado - de saber que pode contar com você - ela vai carregar para o resto de sua vida, sem ter a comida como única forma de aliviar uma frustração. 

Agora, se você vive com medo da medida entre afeto e mimo, a especialista alerta. “Às vezes, ficamos tão preocupados em não mimar, como se dar atenção fosse um excesso, que corremos o risco de criar uma criança carente”, diz Rita. E tem horas que tudo o que seu filho quer é ficar no aconchego do seu colo, mesmo que não esteja com dor, fome ou medo.