quinta-feira, 28 de julho de 2011

Você escolheria o sexo do seu bebê

Casal norte-americano, sem problemas de infertilidade, causa polêmica ao gastar aproximadamente R$ 38.500 para escolher o sexo do quarto filho
Heloiza Camargo

Os norte-americanos Heather Anspach e Paul Anspach não têm qualquer problema de fertilidade, pelo contrário, são pais de dois meninos e uma menina. Para completar a família que consideravam ideal, porém, recorreram à fertilização assistida. Assim nasceu Maliah, hoje com 8 meses. O casal foi até Los Angeles, nos Estados Unidos, onde encontrou uma clínica que realizou o seu sonho. Para desembolsar os cerca de R$ 38.500 reais necessários para o procedimento, a família até mesmo fez um empréstimo e colocou a casa como garantia. "Eu sei que muitas pessoas são contra a escolha do sexo, mas acredito que isso deveria ser uma escolha pessoal", disse a mãe ao jornal Daily Mail.

A prática da chamada sexagem fetal (quando os especialistas escolhem um embrião pelo sexo) é proibida no Brasil. A exceção é para os casos em que já é sabido que um dos pais é portador de uma doença hereditária ligada ao sexo, como a hemofilia, que só se manifesta em homens. Para Eduardo Motta, especialista em reprodução humana da clínica Huntington (SP) , apesar de polêmico, o assunto merece ser visto de um outro ângulo. “Muitas pessoas acham que os casais que querem escolher o sexo do filho estejam interferindo na natureza. Não encaro dessa forma.” Segundo ele, geralmente essas pessoas estão em busca de um equilíbrio familiar, como no caso da família norte-americana, e isso provavelmente não interfere no número de meninos e meninas que nascem a cada dia. “Uma pesquisa inglesa sobre o assunto, inclusive, mostrou que metade dos casais queriam meninas e a outra parte meninas”, completa.

E, em sua opinião, os casais deveriam ter o direito de escolher o sexo do filho?

FONTE: Crescer
 
 
Assunto polêmico,né?! E aí, pessoas?!O que vocês acham? Eu não sei o que eu acho. Eu não faria, sabe. Gosto da expectativa, de não saber o sexo, da espera...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Dia da Avó

Ontem foi o dia da avó. Eu sei, post atrasado. Vou deixar aqui minha homenagem para as duas pessoas que, graças a Deus, existem e que me ajudam DEMAIS na criação do meu filho.



Essa senhora de blusa de bolinhas é a senhora minha sogra. Senhora doçura para ser mais exata e essa outra senhora  de amarelo é a senhora minha mãe. Elas são responsáveis por ensinar ao Gael muitos valores e também são as pessoas que correm atrás dele com o prato de comida  na mão até ele comer tudo.

Sem a ajuda delas muitas coisas não seriam possíveis. Isso inclui escrever aqui no blog. Valeu Edna e mãe. Amamos vocês.

Beijos


PS: Esses senhores são os avôs, mas no dia deles conversamos sobre.

PAPO DE MÃE: Casal chinês vende os três filhos

Quem não leu essa matéria do TechTudo?! Bom, um casal chinês pôs os três filhos à venda para conseguir dinheiro para jogar online, de acordo com o Sanxiang City News, um jornal local chinês. Leia mais aqui.

Cada dia que passa estranho mais as atitudes das pessoas. Não vou falar do casal da acontecido em si, mas de coisas que tenho percebido na nossa sociedade como um todo.

Você já sentiu vergonha de falar que acredita na família, que ama seu marido e que gosta de ser mãe?!Eu já. Não sei por que. Isso não devia ser vergonhoso,né?! Mas ficou tão normal não tá nem aí para essas coisas que eu fiquei insegura em "defender" meus ideais. Deve ser também porque toda vez que fala alguma coisa positiva a respeito do assunto ouço coisas do tipo: Homem é tudo igual, quer dizer que você acha que seu marido nunca te traiu, você gosta mesmo de ficar em casa trocando fralda suja?!

Talvez eu até tenha é um pouco de preguiça de discutir isso. Pessoas frustadas dificilmente vão mudar de opinião numa simples conversa. Na maioria das vezes, elas precisam de uma transformãção no interior delas...

Enfim, não é na China, no Brasil, nos EUA que vou achar normal pais venderem os filhos para sustentar um vício. Talvez, veja bem, acho até possível aceitar uma mãe desesperada dar um filho para adoção por não ter condições de criá-lo. São motivos diferentes,entende.  Ainda que do mesmo jeito, pais estejam abrindo mão de estar perto dos seus filhos.

Complexo,não!? Talvez...

Acho que precisamos é rever nossos conceitos...

Repito: Continuo acreditando na família, amando ser mãe, amando meu marido e isso não me garante nada. Mas eu acredito.

Beijos

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Conselhos para os pais de primeira viagem de um pai de primeira viagem



Os pais também amam. Eles fazem parte da rotina da criança e são fundamentais na criação do bebê. Para isso, fui atrás de um pai que conheço o trabalho para que ele elaborasse três conselhos para os pais de primeira viagem.


Conselhos para os pais de primeira viagem de um pai de primeira viagem um poquinho mais rodado:

1. Toda ajuda é bem-vinda, desde que  não atrapalhe. É muito bom ter os avós, tios, primos, amigos e todos por perto nessa hora, mas não esqueça que o filho é seu, você é o pai e não os avós, os tios, a babá do menino. Muitas vezes, no intuito de ajudar, o pessoal tende até mesmo a censurar algumas atitudes dos pais com o recém-nascido: “Não é assim que segura, não sabe nem dar banho, já deu banho de chá de picão? Esse menino tá com frio”, acabam tomando a dianteira na criação do moleque ou da moleca. Já vi diversos pais que foram omissos nesse sentido e hoje, os filhos ouvem muito mais os outros do que eles. DE FORMA CARINHOSA, IMPONHA ALGUMAS RESTRIÇÕES a essas ajudas. Horários, coisas a fazer como dar banho, por exemplo, fazer dormir, faça vocês. Em alguns casos,  essa parte é bem punk . Esse contato bem próximo desde pequenininho é fundamental para se ter um maravilhoso vínculo com o pequeno.

2. Se for possível, PLANO DE SAÚDE. Acredito que isso já deve ser prioridade assim que cegonha mande o e-mail falando que está chegando, mas se caso não foi feito ainda e tiver condições, faça. Tanto para dar tranqüilidade para a mãe e a criança, quanto para as finanças da casa. Você ira gastar, logicamente, mas ao menos saberá quanto por mês.

3. Paciência, paciência, paciência. Sua vida não será a mesma e isso será maravilhoso. Você escolheu isso correto? Até os que foram no susto, assumiram o risco de alguma forma.  Falo paciência pois o bebê não entende o seu jeito, ele não vai se adequar a sua rotina,  não vai, muitas vezes, dormir no horário que você quer. Por isso, se esforce junto com a mãe a CRIAR UM ROTININHA para o filhote. Faça, na medida do possível, as coisas no mesmos horários todos os dias. Exemplo: horário de acordar, de mama (comer), banho, após o banho mama e dorme. Enfim, isso irá ajudar muito na dinâmica de casa e principalmente, no desenvolvimento do bebê.


Para três coisas, acho que é isso.

PS: Brinque sempre, ESTIMULE SEMPRE, de todas as formas: música, dança, esporte, conversando, perguntando... Você irá se surpreender com as coisas que ele já poderá fazer pequenininho ainda.

Como ele mesmo diz: Esse foi o pai do menino, João Gabriel.

Beijos da Gabi

segunda-feira, 18 de julho de 2011



Hoje, passando pela Globo. com, li a seguinte chamada:  " Bizarro! Katie Holmes exibe barriga muito enrugada em dia de piscina". Cliquei no link e lá estava a atriz com uma barriga enrugada sim, mas que me pareceu bem normal...

Normal, sim. Como boa parte das mães que eu conheço, boa parte das mulheres que existem.

Logo depois que ganhei o meu filho, entrei num certo dilema em relação ao meu corpo. Queria me sentir linda e feliz comigo mesmo fora de "forma", mas não conseguia, ainda que estivesse maravilhada com a chegada do meu bebê. Você deve pensar assim "Ah, mas é difícil ficar em forma logo após o parto", certo?! Não foi após o parto. Se passaram 6 meses, 12 meses, 18 meses e ainda assim, me sentia bem estranha com o meu corpo.

Não, não aconteceu nada que me fizesse melhorar do nada. Não, também não sei de nenhum livro. Sim, conheci várias receitas que "dizem" que emagrece. Sim, testei algumas.E sim, não há fórmulas.

Talvez, esqueceram de nos avisar que algumas propagandas são enganosas. Ninguém fica magra do nada e aliás, quem é que precisa ser totalmente magra?!Não, isso não significa que você deve comer como louca, qualquer coisa. Não, isso não é bom e pode até fazer mal a você.

A questão não é essa. A questão é que você é quem é e vale decidir, ainda assim, aceitar isso. Algumas coisas não serão como antes, talvez melhorem e talvez sejam diferentes. Algumas cicatrizes no seu corpo vão continuar lá durante bastante tempo e daí?!Vale a pena perder a alegria por isso?

A minha proposta é que a gente assuma quem é, tá?! Que não perca tempo pensando em como seria. Não precisa ficar feliz só no natal quando você perder sei lá quantos quilos. Vá a praia, ao clube, coloque um biquini sempre que tiver vontade e tire muitas fotos. Sorria, faça pose, se sinta...

A gente perde tempo,né?! Tudo passa rápido demais. É melhor ser. Agora.



- Mãe, aquele ali na foto com você sou eu?!
- É sim, filho.
- Eu sou feio?!
- É claro que não.

Voltando ao trabalho ( e tentando não surtar)


Para muitas e quase todas as mães, a hora de voltar ao trabalho é um momento tenso. Além das questões que envolvem os cuidados com o bebê, a mãe também precisa cuidar dela, dos seus sentimentos e do se dedicar a uma atividade quando, na verdade, algumas gostariam ainda de passar muito mais horas com o seu filhote. Pensando nisso, conversei com a especialista em psicologia infantil, Mariana Siqueira, para tentarmos ajudar as mamães daqui do blog a enfrentar a volta ao trabalho com mais tranquilidade.

SECRETO INSTANTE: Por que as mães, geralmente, entram em crise quando precisam voltar a trabalhar?

Mariana: Na verdade, as mães após o nascimento do filho entram em outro estilo de vida, se dedicam exclusivamente ao pequeno e parecem esquecer, mesmo que temporariamente de outras coisas, como o trabalho por exemplo. Elas ficam em torno de 4 a 6 meses envoltas com a sua nova rotina e quando chega a hora de voltar ao trabalho é muito comum elas sofrerem por essa separação, por acharem que ninguém saberá cuidar melhor da sua cria como ela mesmo.

SECRETO INSTANTE: Como elas devem agir com os bebês para não tornar a ausência mais difícil do que já é?

Mariana: Essas recentes mamães, mesmo estando em casa, devem, no último mês antecedente a volta ao trabalho, já começar a alternar os cuidados ao bebê com a pessoa que ficará com ele quando ela se ausentar. Podem aproveitar esse período para ensinar essa pessoa como ela gosta de que cuide do bebê e é o período ideal para o bebê começar a se adaptar com essa pessoa também. A mamãe pode deixar alguns banhos por conta dessa pessoa, algumas sonecas e outras coisas da rotina do bebê. Outra coisa importantíssima é o desmame, que também deve ser programado com certa antecedência para que não seja tão traumático para o bebê ficar sem o mamar, que é uma das horas mais prazerosas para eles.

SECRETO INSTANTE: O que elas mesmas precisam entender sobre esse período de transição?

Mariana: É muito importante que essas mamães não fiquem remoendo esse sentimento de separação, o bebê irá sentir todo o clima ao redor dele e se sua mamãe não se sente segura em deixá-lo com outra pessoa, isso não será favorável para ninguém, principalmente para a mãe e para o bebê. Essa será a primeira separação de várias, que a mamãe e seu filho sofrerão ao longo da vida. Depois vem a hora do primeiro dia da escola, a primeira dormida na casa do coleguinha, a primeira viagem sozinho e etc. Então, é essencial ter em mente que o bebê ficará bem e que essa separação é temporária. Quando chegar do trabalho o bebê estará em casa esperando pela mamãe e ficará muito mais feliz ao perceber um clima de tranquilidade e segurança que chega junto com essa mãe.

SECRETO INSTANTE: Como ficar bem e não enlouquecer quem esta cuidando do bebê?

Mariana: A primeira coisa é confiar em quem está com seu filho, se não existir confiança a relação já começou errada, pois a mãe nunca estará tranquila e muito possivelmente enlouquecerá. Outra coisa importante e ter em mente que ninguém é igual a você, mas isso não significa que isso seja melhor ou pior, só porque aquela pessoa que cuida do seu filho não faz as coisas exatamente como você, não significa que isso seja ruim é apenas o jeito dela. Então, desde já, deve-se aceitar as diferenças e deixar essa pessoa à vontade e tranquila para cuidar desse bebê com todo carinho. Pressionar a babá, a vovó ou cobrar coisas demais só vai gerar um clima de insatisfação de ambas as partes e novamente o parte prejudicada será somente o bebê. Logo, todos que estão envolvidos com os cuidados com o bebê, devem estar abertos ao diálogo sincero, lembre-se que diálogo é uma troca e não apenas uma parte ( no caso a mamãe) tentar impor as suas vontades a qualquer custo.



Mariana Siqueira é psicóloga infantil e atende na Clínica Anahata, em Brasília.O telefone da Clínica é (61)3032-6966

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Giz de Cera

Outro dia, comprei uma caixa de giz de cera para o Gael. Éu sempre gostei mais de giz do que de lápis de cor.

-Filho, você pode desenhar onde quiser, MENOS na parede.

Preciso dizer qual foi o primeiro lugar que ele resolveu desenhar?

Sim, meu povo. Na parede. Na parede da SALA. Sabe aquele lugar que você recebe visitas?!Então...


Eu fiquei brava, mas não aguentei. Tive que resgitrar o momento. Não é todo dia que tenho que mandar o Super-Homem de chupeta limpar a parede da sala.

Mas navegando na internet achei uma sugestão bastante criativa para o problema. Seus problemas se acabaram....



É uma parede fofa onde as crianças podem, nos quadrinhos, fazerem os desenhos que quiserem para personalizar seu quarto. Eu achei a ideia super bacana. Sempre achei que ao invés de proibir a criança de desenhar em todos os lugares, talvez, oferecer um lugar exclusivo para que ela faça isso, poderia ser uma alternativa legal.

Fica a dica.

Beijos


Não, não somos estranhas. Isso é instinto.